O que é?

O Design Thinking é uma metodologia que utilizamos para resolver problemas de maneira mais eficiente, coletiva, colaborativa e criativa. O termo foi cunhado na década de 1990 por David Kelley e Tim Brown, da consultoria americana e encapsulou métodos e ideias que foram fermentados por anos em um único conceito unificado.

Essa metodologia cria as condições necessárias para aumentar a geração de ideias com base nas necessidades reais dos consumidores de um determinado produto/serviço, nos permitindo chegar às soluções ideais tanto para a empresa como para os seus consumidores.

Pensar como um designer pode transformar a maneira como as organizações desenvolvem produtos, serviços, processos e estratégia. Essa abordagem, que é conhecida como design thinking, reúne o que é desejável do ponto de vista humano com o que é tecnologicamente viável e economicamente viável. Também permite que pessoas que não são treinadas como designers usem ferramentas criativas para enfrentar uma vasta gama de desafios.

Quando aplicar?

Podemos utilizar o Design Thinking para encontrar soluções para os mais variados problemas, alcançando um entendimento mais completo a partir de diferentes perspectivas.

A metodologia é especialmente recomendada para aplicação na resolução de problemas complexos e em projetos de inovação e criação de novos produtos.

Quem pode participar

É importante criar um grupo diversificado, para que tenhamos perspectivas distintas sobre o mesmo tema. Isso aumenta as chances de resolver os problemas de uma forma mais rápida e criativa.

Quais são as etapas?

Um projeto de Design Thinking é dividido em 6 etapas, detalhadas abaixo.

  1. Empatia: condução de pesquisas para conhecimento sobre o que os usuários fazem, dizem, pensam e sentem.
  2. Definição: análise dos dados das pesquisas e identificação dos pontos de problemas dos usuários. Ao identificar as necessidades dos usuários, começamos a destacar as oportunidades de inovação.
  3. Ideação : brainstorm de uma variedade de idéias criativas e diferentes que atendam às necessidades não atendidas do usuário identificadas na fase de definição. É importante a equipe ter total liberdade; nenhuma ideia é muito rebuscada e a quantidade substitui a qualidade.
  4. Prototipação: hora de produzir representações reais e táteis para uma parte das ideias. O objetivo desta fase é entender quais componentes das ideias funcionam e quais não funcionam. nesta etapa, começa a análise do impacto versus a viabilidade das ideias por meio de feedback sobre os protótipos.
  5. Teste : hora de focar no feedback dos usuários e entender se as ideias atendem às suas necessidades e se melhoram o seu dia a dia.
  6. Implementação: hora de colocar a ideia em prática. É importante ter certeza de que sua solução seja materializada e melhore a vida de seus usuários.

Vale ressaltar que em alguns casos, estas etapas podem não ocorrer de forma linear.

Benefícios

  • Entender melhor as necessidades não atendidas das pessoas para as quais você está criando (clientes, alunos, usuários);
  • Criar o senso de empatia com os usuários finais do produto/serviço e encontrar soluções que realmente terão impacto no dia a dia deles;
  • Estimular o trabalho colaborativo;
  • Incentivar a inovação, explorando diferentes caminhos para resolver o mesmo problema;
  • Reduzir o risco associado ao lançamento de novas ideias, produtos e serviços;
  • Gerar soluções revolucionárias, não apenas incrementais.

Projetos

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